As diferenças entre CLT e PJ

A taxa de desemprego no Brasil é uma das maiores da história do país.

Os últimos dados divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) no mês de setembro comprovou que houve uma queda no número de desempregados nos país.

No entanto, mais de 11 milhões de pessoas trabalham sem carteira assinada na Brasil. E há números recordes em vagas informais, sem carteira assinada foi destaque na pesquisa.

No último trimestre a taxa de desemprego ficou em torno de 11% trazendo em questão o debate sobre como é possível gerar novos empregos sejam esses formais ou informais.

Com todas essas informações, podemos analisar os dois regimes mais comuns que as pessoas são contratadas nas empresas brasileiras.

Normalmente antes de ser contratado o aspirante a vaga de emprego já será avisado pelo informativo da empresa que será contratado para determinado tipo de regime já previamente imposto.

No Brasil, CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) e PJ (Pessoa Jurídica) são regimes trabalhistas mais comuns para os brasileiros exercerem sua profissão legalmente.

CLT – Consolidação das Leis do Trabalho

A contratação de um CLT possui benefícios que o governo garante, como: 13º salário, INSS, recolher o FGTS, férias remuneradas e alguns auxílios da Previdência Social.

Cada empresa também pode garantir ao funcionário outros benefícios que podem ser usufruídos por eles, por exemplo: vale transporte, plano de saúde e odontológico, entre muitas outras vertentes.

Apesar de todos os benefícios, o CLT tem um vínculo muito grande com a empresa em que trabalha pois quando se tem uma carteira assinada é uma rotina fixa com as demandas e assiduidade no trabalho desde a parte de ser pontual até o respeito que deve se cumprir dentro do local de trabalho.

O regime CLT possui regras bem mais rígidas e presentes, no entanto há mais benefícios para o bem-estar a longo prazo do trabalhador.

PJ – Pessoa jurídica

Já o funcionário PJ tem suas regalias, no entanto não possui vínculo empregatício com a emprega, o que resulta na não consistência em direitos de trabalho como um profissional CLT.

No entanto a pessoa jurídica pode realizar seu próprio horário de trabalho, não precisa ter um gestor para direcionar todas as demandas, e recebe um pagamento de acordo com os serviços feitos.

Por não possuir vínculo, o trabalhador precisar mostrar dedicação e resultados para que o acordo entre ele e o contratante seja seguido à risca cumprindo tudo que foi prometido de ambos os lados.

Por mais que não há uma rotina fixa, é possível exigir as mesmas leis que regem para um profissional que tem carteira registrada.

A grande diferença é o vínculo que há com a empresa e na forma de pagamento e obrigações de cada um no trabalho.

Vantagens de ser CLT

– Carteira de trabalho assinada

– Responsabilidades trabalhistas

– Benefícios: vale-transporte, vale-refeição, férias, 13º salário entre muitos outros

– Vínculo empregatício com a empresa

Vantagens de ser PJ

– Terceirização de serviço

– Flexibilidade na jornada de trabalho

Com tudo, há também as desvantagens de cada regime trabalhista, mas vai de cada profissional e empresa chegarem a um comum acordo para decidir o que é melhor para ambos e o que é mais rentável e interessante para poder ter um vínculo entre os dois.

E você é CLT ou PJ na empresa em que trabalha?